«Serás amado no dia em que fores capaz de demonstrar a tua fraqueza sem que a outra pessoa a utilize para reafirmar a sua força»
Categoria: Livros & Autores
“Autobiografia não escrita de Martha Freud” de Teolinda Gersão
A história de Martha Freud que Teolinda Gersão recupera com mestria literária nesta obra, é a história de muitas Martas nas mãos de perversos Sigi que, numa época de InCels, não param de proliferar. Mais um livro para o PNL que iria dar que falar (e que ler, para se poder falar). 💭
“Três”, de Valérie Perrin
Os romances são sempre quem mais inteligivelmente representa o que é a vida e a mostra nas suas mais variadas nuances.
Um excerto que me arrepiou quando o li, e que merece ser partilhado como mote para o problema da violência invisível aos que não são a sua vítima direta.
A Era da Inteligência Artificial de Kissinger, Schmidt e Huttenlocher
Com a ajuda de Henry Kissinger, Eric Schmidt e Daniel Huttenlocher, neste excerto explicamos alguns dos principais conceitos associados à Inteligência Artificial e à revolução (ainda invisível) que ela representa.
Não Inventes #diamundialdapoesia
Não venhas cá com merdas. Não inventes...
O Pós-Moralismo, de Gilles Lipovetsky
Neste execerto originalmente publicado em 1992, Gilles Lipovetsky antecipa a era da pós-moralidade em que a contemporaneidade submergiu e de onde não se prevê que saia brevemente...
Questões de Género, por Douglas Murray
Neste excerto, Douglas Murray apresenta-nos alguns dos paradoxos que devemos ter presentes quando falamos de questões de género.
Sobre a “Violência da Positividade” de Byung-Chul Han
Byung-Chul Han é, por excelência, o filósofo da atualidade. Em "A Sociedade do Cansaço" expõe-nos os perigos da violência da positividade com que, hoje, todos lidamos.
Crescer no Pós-Guerra, por Annie Ernaux
Neste excerto de "Os Anos", Annie Ernaux transporta-nos para uma realidade passada que, a maior parte de nós, hoje, não tem consciência que existiu.
A mentira da “MLF” da Google, por Douglas Murray
Neste excerto de "A Insanidade das Massas", Douglas Murray demonstra como estamos, constantemente, a ser manipulados pela Google e pela sua máquina de justiça social.









